Tesoureiro do CRMV-RR é indicado ao prêmio de Melhor Zootecnista Educador
16 de abril de 2021
16 de abril de 2021
15 de abril de 2021
Em virtude da pandemia da covid-19, mais uma vez a validade das inscrições provisórias foi prorrogada, agora com prazo até 31 de dezembro de 2021. É o que consta na Resolução CFMV nº 1.389/2020, publicada ontem (7), no Diário Oficial da União (DOU), e aprovada durante a 345ª Sessão Ordinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV).
A prorrogação vale para as inscrições de que tratam a Resolução CFMV nº 1.041/2013 (art. 5º) e cujos vencimentos expiraram e vão expirar no período entre 21 de março de 2020 e 30 de dezembro de 2021. Essa é a quarta extensão do prazo, que anteriormente seria até o dia 31 de março de 2021, como descrito na Resolução CFMV nº 1.377/2020.
A extensão do prazo é necessária, pois o CFMV considera que as restrições impostas pela pandemia impactam diretamente o funcionamento das Instituições de Ensino Superior (IES), no processo de expedição, obtenção e apresentação dos diplomas e no processamento das conversões das inscrições provisórias em definitivas nos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMVs).
Assessoria de Comunicação do CFMV
15 de abril de 2021
O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Roraima (CRMV-RR), vem a público ressaltar que acionou o Ministério Público Estadual Solicitando que o órgão interceda junto às Secretarias Municipais de Saúde e Prefeituras do Estado para garantir a inclusão dos Médicos-Veterinários como público prioritário da vacinação contra a Covid-19.
No requerimento, o CRMV-RR argumenta entre outras razões, que o Conselho Nacional de Saúde (CNS) reconheceu o Médico Veterinário como profissional da saúde, em 1998, referendando a Lei Federal nº 5.517/68, que tem como base o exercício profissional do Médico-Veterinário como agente promotor e mantenedor da saúde animal, ambiental e humana.
A Diretoria do CRMV-RR tentou por várias vezes, com os órgãos competentes, por meio de ofícios, e-mails, ligações e redes sociais uma reunião para a liberação da vacina, mas sem sucesso.
Em resposta ao Ofício do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), o Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde confirmou que Médicos-Veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares estão inseridos entre os trabalhadores de saúde destacados no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19,
Relembre o Caso
O CRMV-RR entrou em contato no dia 15/01, com a Secretaria de Estado da Saúde e com a Secretaria Municipal da Saúde de Roraima, por meio de ofício Nº 0017/2021 e 0016/2021 se colocando à disposição para a liberação da vacinação dos Médicos Veterinários de Roraima de acordo com o cronograma de cada regional de saúde. O Conselho não obteve nenhuma resposta plausível.
Sempre respeitando a prioridade daqueles que atuam na linha de frente no combate ao Coronavírus, dos idosos, indígenas, dentre outros, o CRMV-RR reitera ao Município que os Médicos Veterinários, devem ter acesso igualitário ao serviço de vacinação, estando inseridos no grupo prioritário junto aos demais profissionais e auxiliares das áreas da saúde.
Em vista disso, no dia 15 de fevereiro o Conselho enviou outro Ofício ao Secretário Estadual de Saúde, Marcelo de Lima Lopes, Nº 029/2021 e outro ofício ao secretário de saúde do Município Cláudio Galvão dos Santos Nº 0030/2021 solicitando uma reunião virtual e o calendário de inclusão dos Médicos Veterinários no grupo prioritário da vacinação contra a Covid-19.
Como o CRMV-RR não obteve uma resposta contundente referente ao pedido, e o órgão deve continuar trabalhando arduamente para se fazer valer os direitos dos profissionais, foi necessário judicializar o pedido.
O Médico-Veterinário atua em diversas frentes, inserindo-se em diferentes atividades desde a exposição aos tutores de animais, atendendo a serviços de urgência e emergência, frigoríficos, indústrias de produtos de origem animal, até a vigilância epidemiológica e sanitária, deslocamento de animais às feiras e exposições e manipulação de vírus e animais para desenvolvimento de fármacos e imunobiológico.
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Assessoria de comunicação do CRMV-RR
5 de abril de 2021
O Presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Roraima (CRMV-RR), José Ricardo Soares da Silva na companhia do Vice-Presidente do órgão, José Kleber Oliveira de Farias se reúnem com a Diretora da Vigilância Sanitária Estadual, Mayara Bianca Carneiro P. Pimentel, na sexta feira (05/03).
O encontro teve como objetivo orientar e esclarecer sobre a relação e as exigências legais e fiscalização de Raio-X portátil.

“Trabalhando em conjunto com outros órgãos competentes conseguiremos proporcionar mais segurança para os animais, população e benefícios para a atuação legal das profissões de Medicina Veterinária e Zootecnia. Estamos sempre à disposição e não medimos esforços para realizar um trabalho sério e justo para todos”, afirmou o vice-presidente do CRMV-RR.
Durante a reunião, também foi abordado assuntos sobre medicamentos controlados e antibióticos.
Assessoria de Comunicação do CRMV-RR
5 de abril de 2021
Representantes de 25 regionais se reuniram virtualmente, na última segunda-feira (29), para o Encontro de Representantes da Fiscalização do Sistema CFMV/CRMVs. O evento foi organizado pelo Núcleo de Apoio aos Regionais (NAR) e pelo Grupo de Trabalho de Fiscalização do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e contou com 77 participantes, que conheceram o cenário da fiscalização do sistema e assistiram a uma palestra sobre liderança
Atualmente, cerca de 100 agentes de fiscalização atuam no Brasil para garantir o cumprimento das normas do exercício profissional dos médicos-veterinários e zootecnistas, contribuindo para a melhoria e manutenção da saúde de animais, humanos e do meio ambiente. Durante o evento, foi apresentado um diagnóstico nacional sobre a fiscalização nos 26 estados e no Distrito Federal. A intenção foi detectar gargalos e buscar soluções para aprimorar as ações, em conjunto com os regionais.
“O encontro foi muito produtivo e é um marco, outros já estão programados. O processo ‘fiscalizar’ será monitorado e aperfeiçoado constantemente, com a contribuição de todos”, afirma Ana Elisa Fernandes de Souza Almeida, vice-presidente do CFMV.
Fernando Zacchi, assessor técnico do CFMV, ressalta a importância da participação dos CRMVs na construção de novas ferramentas e soluções. “Precisamos enfrentar alguns paradigmas e aprimorar a fiscalização do exercício profissional, assegurando à sociedade uma prestação de serviço de excelência. Sem a participação dos regionais, essa tarefa é impossível!”.
O evento foi encerrado com uma palestra sobre liderança, ministrada pela especialista em gestão comportamental Camila Poiano. “Nosso objetivo foi ajudar os líderes e fiscais a entender seus padrões comportamentais e levar a eles ferramentas simples e eficazes para mudarem o que for preciso no seu dia a dia e na sua gestão, para atingirem suas metas na fiscalização”, explicou.
Com a palavra, os regionais:
Artur dos Santos Ribeiro
Coordenador de Fiscalização e Multas do CRMV-SP
“Excelente iniciativa. O CFMV está de parabéns! Os profissionais e a sociedade só têm a ganhar com uma padronização nos procedimentos realizados pela Fiscalização. Vou aproveitar ao máximo os treinamentos e trocar experiências com os colegas. ”
Talita Calegario Figueira Dias
Chefe do setor de fiscalização, CRMV-ES
“É um importante passo e de suma importância essa iniciativa do CFMV de integrar os regionais. Traz mais segurança para a atuação dos fiscais em relação à sociedade e agrega conhecimento, que será repassado aos profissionais e ao público durante o trabalho realizado rotineiramente.”
30 de março de 2021
O Presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Roraima (CRMV-RR), José Ricardo Soares da Silva realizou uma reunião on-line no dia 19/03/21, com objetivo de debater a Resolução que trata sobre Atendimentos à Domicílio.
Para José Ricardo, é preciso trabalhar junto com os profissionais e receber propostas, sugestões para alinhar a Resolução e estabelecer as diretrizes em relação ao atendimento à domicílio, principalmente com falhas que esse tipo de serviço pode acarretar.

Durante a reunião foi abordado alguns aspectos que precisam ser discutidos para ser anexado à Resolução como: descarte de resíduo, boa práticas, localização física do profissional, onde os órgãos de Vigilância possam ir e averiguar as questões de armazenamento de vacina, medicamentos e toda parte que uma estrutura física precisa para poder ser fiscalizado, questões de registro sanitários e questões de denúncia.

“O objetivo da Resolução é para proteger os colegas de profissão e não para proibir ou prejudicar. Queremos que todos possam trabalhar regularizados. Existem algumas falhas que são consideradas graves pela própria Resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), uma delas é a questão do prontuário do animal que precisa ficar guardado por 10 anos. Por isso, o Conselho está aberto à sugestões para alterar, acrescentar, esclarecer e receber propostas para fazermos da Resolução uma forma justa de trabalho à todos”, afirmou.
A solicitação da reunião partiu de Médicos Veterinários da Capital e além do Presidente do CRMV-RR, participaram do debate o Médico Veterinário e Presidente da Comissão Regional de Bem Estar Animal do CRMV-RR, Lucas Araújo Lima; a Médica Veterinária e Membro da Comissão Regional de Animais Selvagens e Meio Ambiente do CRMV-RR, Érika Carla Ribeiro Aragão.
Foi encaminhado por e-mail a todos os Médicos Veterinários do Estado a Minuta de Resolução aberto à para sugestões dos profissionais.
Assessoria de Comunicação do CRMV-RR
9 de março de 2021
O perfil de quem atua no setor da Medicina Veterinária e Zootecnia em Roraima tem mudado. As mulheres já alcançam quase a metade dos profissionais registrados no Estado. Dos 292 inscritos e atuantes no Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Roraima (CRMV-RR), 134 são do sexo feminino e a maioria trabalha no território roraimense.
Estudos revelam que as mulheres Veterinárias e Zootecnistas, de forma geral, apresentam atitudes mais positivas ou de cuidado em relação ao bem-estar animal e aos direitos dos animais.
A mulher tem quebrado preconceitos tanto na Medicina Veterinária quanto na Zootecnia em Roraima. O aumento do número do sexo feminino nesses cursos se mostra constante. “Antes imaginava-se que eram profissões só do gênero masculino. E elas vieram, de maneira corajosa, conquistaram espaço no mercado de trabalho e mostraram conhecimento e competência, avalia a Médica Veterinária e Secretária Geral do CRMV-RR, Yeda Suely de Souza Rodrigues
NOVOS PROFISSIONAIS
Segundo informações da Coordenadoria do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Roraima (UFRR), no ano de 2019, o curso de Medicina Veterinária apresentou 27 formados, desses, 22 do gênero feminino. Em maio está previsto a formatura de mais profissionais, 10 homens e 15 mulheres.
As mulheres apresentam um aumento constante também no curso de Zootecnia. Conforme a Coordenaria do curso da UFRR, no quadro atual de estudantes ativos 55,5% são ocupados por mulheres.
Atualmente o curso de Zootecnia é avaliado como uma profissão próspera e de muita importância para o desenvolvimento econômico, sustentável e social do país.
NO PAÍS
Desde a década de 1970, o número de mulheres na Medicina Veterinária aumenta progressivamente, no Brasil e no mundo. Segundo dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), dos 148.037 Médicos-Veterinários atuantes no Sistema CFMV/CRMVs, 53% são mulheres (79.858), enquanto entre os 9.204 Zootecnistas atuantes, o público feminino ocupa 32% do mercado. Hoje, 144 mulheres ocupam cadeiras nas diretorias e conselhos deliberativos no Sistema, cenário inimaginável há dez anos. Dessas, sete são presidentes de regionais.
Para Yeda, os números confirmam a importância e influência delas no mercado de trabalho. “Seja no campo, nas clínicas, nas indústrias, no trabalho administrativo ou político as Médicas Veterinárias e Zootecnistas não medem esforços para valorizar as classes e contribuir para o crescimento econômico do país”.
ORIGEM DA COMEMORAÇÃO
O Dia Internacional da Mulher é uma data comemorativa que foi oficializada pela Organização das Nações Unidas na década de 1970. Essa data simboliza a luta histórica das mulheres para terem suas condições equiparadas às dos homens. Inicialmente, essa data remetia à reivindicação por igualdade salarial, mas, atualmente, simboliza a luta das mulheres não apenas contra a desigualdade salarial, mas também contra o machismo e a violência.
Assessoria de comunicação do CRMV-RR
3 de março de 2021
No Dia Mundial da Vida Selvagem, comemorado hoje, 3 de março, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Roraima (CRMV-RR) parabeniza todos os profissionais que atuam para promover a saúde e bem-estar dos animais selvagens e reforça a importância da preservação da fauna brasileira para o desenvolvimento sustentável do planeta.
Na vida selvagem, o estresse gerado pela redução da oferta de alimento, abrigo e competição entre os predadores compromete o sistema imune dos animais, tornando o organismo mais suscetível ao desenvolvimento de doenças.
Dentro da preocupação com a Saúde Única, de animais, homens e do meio ambiente, os médicos veterinários são guardiões da sanidade animal, agentes da saúde pública e gestores ambientais em áreas ligadas ao desenvolvimento sustentável e atuam junto com os biólogos para que o bem-estar do animal selvagem seja uma meta contínua. Lutam incansavelmente para evitar que as doenças cheguem ao ser humano.
A Médica veterinária, Bióloga e integrante da Comissão Regional de Animais Selvagens e Meio Ambiente do CRMV-RR, Érika Aragão lembra que a preocupação com a Saúde Única deve ser de todos, mas especialmente dos Médicos Veterinários.
“O médico veterinário ao tratar da saúde animal tem como objetivo, a um só tempo tratar da saúde do homem e da natureza. A saúde dos animais selvagens depende muito do ser humano e, particularmente, do médico veterinário que possui conhecimento científico para sua reprodução, produção, bem-estar e demais condições necessárias à sua existência, conservação e preservação”, afirma Érika.
O Dia Mundial da Vida Selvagem foi criado em 2013 é comemorado quando a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou o dia 3 de março como o World Wildlife Day. A data é uma oportunidade de celebrar a diversidade da fauna e da flora e aumentar a consciência da sociedade para os benefícios de sua conservação para a população.
Assessoria de Comunicação do CRMV-RR
26 de fevereiro de 2021
A pandemia de Covid-19 mostrou a necessidade mundial de procedimentos ainda mais rigorosos de fiscalização higiênico-sanitários dos alimentos de origem animal. Diante desse panorama, reitera-se a posição do Sistema CFMV/CRMVs quanto à necessidade imprescindível da atuação exclusiva do médico-veterinário como responsável técnico-sanitário da indústria de alimentos para garantir aos cidadãos brasileiros alimentos saudáveis e livres de toda e qualquer contaminação, seja física, química e, principalmente, biológica.
As ações precursoras da Vigilância Sanitária brasileira remontam ao ano de 1808. A chegada da família real em terras brasileiras iniciou a preocupação com vetores transmissores de doenças, até chegar aos cuidados sanitários com alimentos que temos hoje. Por isso, já sabemos que modificar as estruturas técnica e legal de produção de alimentos – com o intuito de criar reserva de mercado para profissões sem as qualificações adequadas para responder tecnicamente pela sanidade de produtos de origem animal – vai resultar em problemas sanitários que podem ocasionar a morte de pessoas que julgavam estar protegidas pelo Estado.
Responder sanitariamente pela qualidade da carne na indústria de manipulação de produtos de origem animal, mesmo esta tendo sido inspecionada oficialmente em sua origem, não se resume a entender aspectos físico-químicos, como alterações de pH, de consumo de glicogênio muscular, em que há produção de ácido lático a partir da glicólise, por exemplo. Para compreender toda essa questão, precisamos enfatizar que somente as boas práticas de fabricação não garantem um produto com qualidade sanitária. Existem, por exemplo, alterações cadavéricas, produção de toxinas e de fatores de crescimento tumoral que só são reconhecidos pelo profissional médico-veterinário.
Assim, para que se possa oferecer carne de qualidade, e não cadáver animal para consumo humano, existe um processo complexo de conversão do músculo em carne, o qual envolve ações para além das alterações no metabolismo celular e na estrutura proteica. Mesmo uma carcaça devidamente inspecionada pode conter pequenos nódulos internos detectáveis apenas na hora do corte e processamento cárneo. Isso não ocorre por falha na inspeção, mas porque ela não pode ser minuciosamente fracionada durante o processo de abate. O fato é que esses pequenos nódulos liberam fatores de crescimento tumorais de poder carcinogênico que não podem ser desnaturados no processo de inativação pelo calor. Só o médico-veterinário tem o conhecimento técnico para reconhecer as características anatomopatológicas de uma estrutura nodular, como a especificada, e assim condenar ou não a peça cárnea. O resultado dessa ação é mitigar o risco à sociedade, oferecendo um produto de qualidade que não causará danos à saúde dos cidadãos, especialmente os mais vulneráveis.
O rigor mortis, a queda do pH, a glicólise e esgotamento das reservas de Adenosina trifosfato (ATP) representam também situações de vacâncias periciais no post-mortem. Em especial, quando se faz a abertura e inspeção sistemática de órgãos, cavidades e sistemas de animais saudáveis, o simples contato de carcaças com bactérias saprófitas da flora intestinal desses animais, por exemplo, pode carrear toxinas bacterianas que igualmente não são inativadas pelo calor. Se o responsável técnico-sanitário não souber identificar essas situações, pode haver um processo inflamatório no consumidor que ingerir esse produto de origem animal, podendo gerar como uma das consequências clínicas a paralisação de suas artérias, deixando-as enrijecidas e incapazes de conduzir o sangue pelo corpo, levando à morte por choque hipovolêmico ou por choque anafilático.
Deixar de exigir a presença de um responsável técnico médico-veterinário para controlar produtos cárneos nas indústrias poderá causar graves problemas sanitários na população, os quais são capazes de se tornar epidêmicos. Reiteramos que a carne saudável, rica em proteínas e imune de contaminação pelo tratamento adequado dos animais e pelo eficaz controle higiênico-sanitário em todas as etapas de sua produção cumpre seu papel de nutrir e garante a preservação da saúde da população.
O trabalho técnico-pericial do médico-veterinário dentro da indústria de carne vai além de cumprir as etapas tabuladas de boas práticas de higiene de fabricação. Só o médico-veterinário é capaz de identificar processos patológicos que podem resultar em problemas sanitários sérios de ordem local, nacional ou pandêmica.
A missão do CFMV e dos CRMVs é continuar defendendo a sociedade e exigir que animais e produtos alimentares de origem animal só sejam comercializados após a análise técnico-sanitária de um médico-veterinário.
Ana Elisa Almeida, CRMV-BA nº 1130 – Vice-presidente do CFMV;
Wirton Peixoto Costa, CRMV-RN nº 0309 – Conselheiro federal suplente;
Gerard Vicente Dantas de Medeiros, CRMV-RN nº 0324 – Conselheiro efetivo do CRMV-RN.
5 de fevereiro de 2021
O Presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Roraima (CRMV-RR), José Ricardo Soares da Silva participou de debates em prol da Medicina Veterinária e Zootecnia no III Encontro dos Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs.
O encontro realizado em Viamão (RS), reuniu representantes dos CRMVs para interagir, debater e pensar sobre a Medicina Veterinária e a Zootecnia.
Entre 27 e 29 de janeiro, os participantes abordaram desde a exigência de homologação de ART, o atendimento médico-veterinário em domicílio à prescrição veterinária para antibióticos e hormônios e a força tarefa com o Ministério Público para combate ao exercício ilegal da profissão.
Com a participação de presidentes, vice-presidentes, secretários, tesoureiros e assessores, o debate se deu de forma plural, com a ideia de trocar vivências e experiências obtidas pelos CRMVs. Exemplo disso é a resolução nº 365/2019 do CRMV-MG, que aprovou normas para o atendimento médico-veterinário de cães e gatos em domicílio dentro do estado de Minas Gerais, e foi tema de debate.
O CRMV-RS, anfitrião do evento, encarregou-se também de relatar a experiência do procedimento administrativo para cadastramento dos auxiliares de veterinário. Com as resoluções 1.260/2019 e 1.281/2019 do CFMV, que definem diretrizes para os cursos de auxiliares de veterinário, o CRMV-RS apresentou como tem sido os procedimentos utilizados pela entidade. Outro ponto abordado no Fórum foi a realização da força tarefa em conjunto com o Ministério Público, que visa combater a atuação ilegal da Medicina Veterinária e da Zootecnia.
Além do presidente do CRMV-RR, José Ricardo da Silva, participaram do encontro Lisandra Dornelles, presidente do CRMV-RS; Daniel Viana, presidente do CRMV-CE; Rafael Vieira, presidente do CRMV-GO; Rodrigo Piva, presidente do CRMV-MS, Valéria Cavalcanti, presidente do CRMV-PB; Maria Elisa Araújo, presidente do CRMV-PE; Maria Luiza da Costa, secretária-geral do CRMV-PE; Safira Bispo, vice-presidente do CRMV-PE; Márcia Helena Fonseca, presidente do CRMV-TO; Nilda Távora, tesoureira do CRMV-TO; José Ricardo da Silva, presidente do CRMV-RR; Caroline Oliveira, tesoureira do CRMV-PI; Diogo da Conceição, vice-presidente do CRMV-RJ; Iolanda Soares, conselheira do CRMV-PI; Carmen Rey, assessora da presidência do CRMV-RS; José Pedro Martins, assessor técnico veterinário do CRMV-RS; Eliane Goepfert, tesoureira do CRMV-RS; e o médico veterinário Henrique Noronha da Secretaria da Agricultura e Abastecimento de Viamão.
Também participaram, virtualmente, Marcos Vinicius Neves, presidente do CRMV-SC; Bruno Rocha, presidente do CRMV-MG; Roberto da Silva, presidente do CRMV-MT; Annelise Nunes, presidente do CRMV-AL; Nazaré de Souza, presidente do CRMV-PA; Angélica Pinho, vice-presidente do CRMV-RS; Altair de Oliveira, presidente do CRMV-BA e Anísio Ferreira Neto, presidente do CRMV-PI.
Assessoria de comunicação do CRMV/RR com informações do CRMV/RS.